Mostrando postagens com marcador ID. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ID. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O que é ego, id e superego?


por Katia Abreu | Edição 128
per-128-superego-id-ego
São as três estruturas do aparelho mental, segundo o psiquiatra austríaco Sigmund Freud. Cada uma delas cuidaria de algum aspecto da nossa personalidade e regeria nossa interação com outras pessoas. Ele apre- sentou essa teoria em 1923, no texto O Ego e o Id. Freud foi um revolucionário:ele acreditava que pacientes com dis- túrbios psicológicos eram capazes de lidar melhor com seus conflitos con- versando com o terapeuta. Ele propôs ainda a interpretação de sonhos e a livre associação como métodos para acessar camadas mais profundas da mente e buscar ali a cura.
FRODO EXPLICA
Personagens de O Senhor dos Anéis são boas representações das estruturas psíquicas
O Ego

Comandada pelo “princípio da realidade”, essa parte é aquela que mostramos aos outros. Fortalecido pela razão, o ego está “preso” entre os desejos do id (tentando encontrar um jeito adequadode realizá-los) e as regras ditadas pelo superego. Do mesmo modo,Frodo se vê tentando conciliar as necessidades de Gollum e Sam em sua jornada.
O Id

A ânsia selvagem de Gollum pelo “precioso” anel é um bom símbolo para essa parte da nossa psique, responsável pelos nossos impulsos mais primitivos: as paixões, a libido, a agressividade... O id (“isso” em alemão) está conosco desde que nascemos e é norteado pelo “princípio do prazer”, mas seus desejos são frequentemente reprimidos.
O Superego

Também chamado de “ideal do ego”, tem a função de conter os impulsos do id. Suas regras sociais e morais não nascem com a gente: nós a aprendemos na sociedade para que possamos conviver nela corretamente. Em O Senhor dos Anéis, esse é o papel de Samwise, a bússola moral de Frodo, que o impede de ser seduzido pelo diabólico Um-Anel.


FONTES O Ego e o ID e Outros Trabalhos, de Sigmund Freud, e sites psychology.about.come tvtropes.org

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Sonhos.


Por Izabel Miossi.


 "O sonho é a estrada real que nos conduz ao inconsciente" 
                                   Sigmund Freud.
  
Quem nunca teve curiosidade sobre o significado e a origem dos sonhos? É muito comum vermos pessoas tentando encontrar as respostas dessas questões em revistas, crenças antigas e superstições, porém, muitas respostas são falsas e acabam sendo levadas em conta pelo simples fato de as vezes serem o suficiente para acalmar momentaneamente a angustia inexplicável que pode permanecer em nós após o despertar.

Um pouco sobre os sonhos e suas origens na visão freudiana:

Para Freud (1900) os sonhos estão necessariamente ligados as nossas experiências do dia-a-dia, são elas que disponibilizam o "material básico" para o desenvolvimento dos sonhos. Eles são como uma espécie de lembranças ou/e reproduções de nossas experiências diárias, porém, estão longe de ser apenas isso. Toda essa lembrança ou reprodução acontece de forma inconsciente, por isso tendemos a não reconhecer os conteúdos presentes nos sonhos.

O Esquecimento nos Sonhos.

Possuímos um mecanismo psíquico de defesa que foi denominado por Freud de resistência, ele é responsável por manter no inconsciente, os conteúdos que são intoleráveis pelo ego.                                                                           
Quando dormimos a resistência perde parte de sua força, o que possibilita a realização de diversos desejos através dos sonhos. É muito comum, porém, ao acordar conseguirmos lembrar apenas de fragmentos do que sonhamos, ou até mesmo esquecermos totalmente do sonho. Algumas vezes acordamos com a impressão de que sabemos que sonhamos, porém perdemos completamente a lembrança de com o que.                                                                                    
Com o nosso despertar a resistência recupera suas forças e tende, na maioria das vezes a recalcar automaticamente o sonho devido a sua forte ligação com algum desejo.                                                                                                              
Quando sonhamos e ao contrário do que foi dito até aqui, ainda conseguimos recordar, não significa que o sonho deixe de ser a realização de um desejo, na verdade todo sonho é a realização de um e qualquer tipo de desejo é retratado nos sonhos e alguns deles podem ser aceitos pelo ego e assim o trabalho da resistência diminui, não havendo a necessidade do recalque.

A distorção dos conteúdos nos sonhos.

Os desejos podem ser retratados em sonhos de forma distorcida, tendo suas imagens uma forma diferente da original, um exemplo disso é sonhar com uma pessoa conhecida com características de outra, como o cabelo, o nariz, os olhos etc.                                                                                                                              
Esse processo pode ser chamado também de condensação, onde o conteúdo do sonho foge de sua forma exata e se mistura com outras, fazendo com que muitas vezes, os sonhos pareçam sem significado. Esse é um mecanismo inconsciente que pode ajudar a manter o sonho na consciência após o despertar, pois o desejo aqui pode ser disfarçado, quase invalidando o sonho.                                   
Nos sonhos existem dois tipos de linguagens: A Manifesta, que se trata do que esta sendo demonstrado em sonhos. E a Latente, que simboliza o que está por trás, o sentido, do que se reproduz nos sonhos. Ao se tentar interpretar os sonhos é a segunda linguagem que buscamos trazer à tona e para isso, utilizamos para consegui o acesso a ela a tentativa da analise simbólica da primeira junto ao paciente.

Ou seja...

Todo sonho é um material psíquico e representam a realização de desejos tomando o lugar de uma ação desejada, porém não aceita em nossas experiências diárias. O sonho é dito por Freud como um processo inconsciente de pensamento, e no momento do sono, com a diminuição da resistência permite que entremos em contato com nossos desejos mais profundos até mesmo de forma distorcida.                                                                                                    
Recalcar os sonhos é uma maneira inconsciente de evitar um conflito que pode ser gerado entre as Instancias Psíquicas, Id, Ego e Superego. Em processo de terapia os sonhos são um material essencial para se trabalhar e reconhecer, na hora mais apropriada e com a ajuda do terapeuta, os desejos mais guardados que cada um traz em si e até mesmo a raiz de certos conflitos que são inerentes a todos, embora cada um tenha sua forma singular e simbólica de se representar.

“(...) Eu sou a soma de tudo o que vejo e minha casa é um espelho, onde a noite eu me deito e sonho com as coisas mais loucas, sem saber por que. É porque trago tudo de fora, violência, dúvida, dinheiro e fé. Trago a imagem de todas as ruas por onde passo e de alguém que nem sei quem é, e que provavelmente eu não vou mais ver, mas mesmo assim ela sorriu para mim ela sorriu e ficou na minha casa que é meu reino.”                                           
 Meu Reino – Biquíni Cavadão


CURTAM NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK: http://www.facebook.com/ChaComSig

EQUIPE CHÁ COM SIG PARA ATENDIMENTO: 11 969828869 OU 1173988811

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Parte 2- Continuação do artigo de ontem: Perversões ou Perversão por Geraldino Alves Ferreira Netto




Continuação do artigo de ontem..

Perversões ou Perversão
Geraldino Alves Ferreira Netto

Em Freud, sobretudo no início, a teoria da perversão e da homossexualidade ressente-se da mesma ambiguidade que caracterizou sua visão sobre a sexualidade feminina. Por um lado, ele rejeita qualquer ideia de tara ou degeneração na perversão, quando aplica a todas as pessoas, especialmente na infância, a "disposição perversa polimorfa". Por outro lado, conserva a ideia de norma e desvio na sexualidade, que só aos poucos vai se arejando.

A partir de 1905, aquele mesmo Freud que era admirado e cumprimentado nas ruas de Viena, por causa de suas teorias sobre a interpretação dos sonhos, passa a ser malvisto, após a publicação de seus ‘escandalosos’ ensaios sobre a teoria da sexualidade, especialmente a infantil, teoria essa que foi um dos lampejos mais profundos, fecundos e clarividentes que já se produziram a respeito dessa singela criatura chamada criança. Reutilizando o plural ‘perversões’, o mestre distingue dois tipos: as perversões de objeto e as perversões de objetivo.

O objeto da sexualidade pode ser:

O humano (incesto, homossexualidade, pedofilia, autoerotismo);
O não-humano (fetichismo, zoofilia, transvestismo).

Com relação ao objetivo da sexualidade, há três tipos de prazer:

O visual (exibicionismo, voyeurismo);
O de sofrer ou fazer sofrer (sadismo, masoquismo);

A superestimação exclusiva de uma zona erógena, como a boca (felação) ou o aparelho genital.

Nenhuma dessas práticas sexuais é intrinsecamente perversa. Desde que produza prazer, o ato é simplesmente uma forma a mais dentro do polimorfo. A designação de perversão é extrínseca ao ato em si, e é definida pela exclusão de outras práticas prazerosas. O ato seria então perverso não pelo que se faz, mas pelo que se deixa de fazer. E foi justamente neste ponto que Freud levantou a dúvida cruel, assinalada em nota de rodapé, se a heterossexualidade, quando praticada com exclusividade, não seria também classificável como perversão.

De 1915 em diante, com a metapsicologia e, depois, com a segunda tópica, Freud dá o passo decisivo das perversões para a perversão como paradigma da organização do ego, baseado no conceito de clivagem.

De 1923 a 1927, Freud busca desesperadamente um mecanismo que dê conta da psicose e da perversão. Nos textos sobre "A organização genital infantil", de 1923, "A perda da realidade na neurose e na psicose", de 1924, "A negação", de 1925, "Inibições, sintomas e angústia", de 1926, e "Fetichismo", de 1927, introduz o conceito de Verleugnung, ou desmentido, mostrando que as crianças negam a realidade da falta de pênis na menina. Neste momento, este mecanismo de defesa caracteriza a psicose, pela negação da realidade, enquanto que, na neurose, há o recalque das exigências do id.

Entretanto, para chegar à Verleugnung, foi necessário um longo percurso. Em 1927, Freud entra em contato com o francês René Laforgue, o qual já havia citado em alguns dos textos acima, e com quem discute sobre o conceito de escotomização, surgido de um outro conceito utilizado de 1895 a 1917, que era a alucinação negativa.

Texto retirado do site: http://www.psicanaliseemcurso.com.br

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Psicose. Por Andréia Miglioranza Marin.


Psicose é uma estrutura psíquica que se divide em três formas conforme aponta a literatura psicanalítica: esquizofrenia, paranóia e mania-melancolia. A psicose é resultante de um conflito entre o Ego (Eu) e o mundo externo, onde o Id predomina impondo ao Ego seus desejos.

Há uma confusão mental onde o mundo externo não é percebido ou novas percepções são rejeitadas e há um esvaziamento do mundo interno, que é uma cópia do mundo externo, que acaba por perder suas significações. Com isso o Ego acaba por criar um novo mundo interno e externo, esse novo mundo é desenvolvido conforme os desejos da instância psíquica denominada Id, ou seja, o Eu é posto a serviço do Id. Essa ruptura com o mundo externo se sucede por conta de uma frustração onde a realidade se opõe a um desejo infantil de forma dura.

Na psicose há a perda da realidade, há o repudio por ela, por isso tenta substituí-la. Por conta dessa negação da realidade cria-se uma nova realidade, por meio de delírios e alucinações como forma de compensar essa realidade que foi perdida. É importante se fazer entender que o psicótico não perde total contato com a realidade, há momentos em que ele estabelece algum contato com ela.

Por Andréia Miglioranza Marin

sábado, 13 de agosto de 2011

Instâncias psíquicas (Id, Ego e Superego) Por Andréia Miglioranza Marin

Em 1923, Sigmund Freud formulou a segunda tópica, ou segunda divisão do aparelho psíquico. As instâncias psíquicas formuladas são três: Id (Isso), Ego (Eu), Superego (Supra-Eu).

O Id é a parte inconsciente, que funciona como um reservatório, uma fonte das pulsões, é onde estão localizados nossos desejos, no Id não há moral nem censura.

O Ego é uma instância onde há partes conscientes e inconscientes, ele tem a função de controlar e conciliar o Id e o Superego. O ego é formado a partir do Id com o contato com o mundo externo, ele tem que se adequar aos desejos do Id e as proibições do Superego à realidade.

O Superego é conhecido como o herdeiro do Complexo de Édipo, pois é nessa fase que a pessoa começa a criar seus valores, exemplo: “eu não posso namorar com a minha mãe”, a partir desse período a criança aprende que há coisas que ela pode e não pode fazer. O superego é formado a partir das relações que se têm com o mundo externo (pais, família, etc) e também com o que passa de maneira inconsciente (o Superego dos pais). O superego é a moral, a censura.

Por Andréia Miglioranza Marin.

terça-feira, 28 de junho de 2011

CAMISA FREUD- ID EGO SUPEREGO.


Sinceramente é uma camiseta que vale a pena, custa R$33,90 e há nas cores: branca, preta e vermelha e nos tamanhos: P, M, G e GG. Esta no site Coisas da vida. Descrição do produto no site:
"Camisa em homenagem a Sigmund Freud, fazendo uma brincadeira com a sua teoria sobre o modelo triádico do aparelho psíquico: o ID é o princípio do prazer, o EGO é o princípio da realidade e o SUPEREGO representa a moral."

terça-feira, 14 de junho de 2011

O Ego e os Mecanismos de Defesa


Texto retirado do site do Dr. Leon, porém o adaptei.

TEORIA DOS MECANISMOS DE DEFESA CONTRA AS PULSÕES.

Na relação entre o ID e o ego, este percebe as pulsões como um perigo do qual deve se defender. O ID obedecendo ao princípio do prazer procura a satisfação imediata no alívio da tensão instintiva, alívio que é fonte do prazer. O ego, em contato com o mundo externo obedece ao princípio da realidade e é capaz de retardar a satisfação e o prazer.

Nessa luta contra as pulsões, o ego procura sempre um termo de negociação com os afetos. “Amor, nostalgia, ciúme, mortificação, dor e pesar acompanham os desejos sexuais, ódio, cólera e furor nos impulsos de agressão; se quisermos que as exigências pulsionais a que estão associados sejam evitadas, esses afetos devem submeter-se a todas as várias medidas a que o ego recorre, em seus esforços para dominá-las, isto é, devem sofrer metamorfoses”.

Os mecanismos de defesa apresentam um grande interesse para a análise. Onde seja que eles apareçam, eles indicam uma ação do ego e temos assim possibilidade de estudá-lo. Sem a intervenção do ego, todas as pulsões teriam gratificação.

Os trabalhos teóricos de psicanálise descrevem os métodos seguintes de defesa do ego:

· Sublimação

· Negação

· Projeção

· Intromissão

· Repressão

· Formação Reativa

· Anulação

· Isolamento

· Regressão

segunda-feira, 13 de junho de 2011

MECANISMO DE DEFESA E ANSIEDADE DO SUPEREGO NAS NEUROSES DE ADULTOS.




TEXTO RETIDADO DO SITE DO PSICANALISTA DR. LEON

MECANISMO DE DEFESA E ANSIEDADE DO SUPEREGO NAS NEUROSES DE ADULTOS.

Nas neuroses de adultos a ordem de considerar perigoso o impulso instintivo vem do superego que proíbe sua satisfação. O motivo que instiga à defesa não parte do ego. O ego teme de ter problemas com o superego e reprime o impulso e cria o conflito neurótico. É este conflito neurótico que poderá criar uma descarga indesejável em momento de enfraquecimento do ego e assim dar origem a sintomas histéricos.

O superego é responsável de todas as neuroses. É ele que cria a ansiedade que provocará a neurose. É ele que impede ao ego uma negociação pacífica com o ID e o entendimento com os instintos. É o superego que exige um mínimo de renuncia sexual declarando o sexo perigoso. É também o superego que proíbe a agressão como sendo anti-social ou incompatível com a saúde mental. O ego é o executor dos desejos do superego e assim se torna hostil aos instintos.

Sendo o superego o responsável das neuroses do adulto, a educação da criança deve evitar a criação de um superego todo poderoso. A criança deve encontrar saída para sua agressividade para o mundo exterior e evitar dirigi-la totalmente para dentro o que acabaria formando uma personalidade cruel. A educação deve mostrar as fraquezas dos pais e alguma tolerância ante os instintos.

1.2 MECANISMOS DE DEFESA E ANSIEDADE OBJETIVA NA NEUROSE INFANTIL.

Na criança, o superego não é um fator indispensável de formação de neurose. O superego aparece mais tarde. O ego infantil teme os instintos porque teme o mundo exterior, teme o castigo dos pais. Assim sua defesa é motivada pela ansiedade objetiva.

A ansiedade objetiva faz que o ego infantil desenvolva fobias, neuroses obsessivas, sintomas histéricos como no adulto acontece com a ansiedade do superego. Assim no adulto como na criança é a ansiedade que desencadeia a defesa e o processo neurótico.

A diminuição do medo do castigo na criança poderia realizar uma educação com menos ansiedade objetiva, mais tolerância ante os instintos e, portanto removendo uma grande parte da neurose infantil.

1.3 MECANISMOS DE DEFESA E ANSIEDADE INSTINTIVA.

Mas mesmo se o ego da criança não temesse o castigo e, portanto estivesse livre da ansiedade objetivo, mesmo se o ego do adulto não sofresse o domínio do superego e ficasse livre da sua ansiedade, se as exigências dos impulsos instintivos se tornam excessivos a hostilidade do ego se intensifica até atingir a ansiedade e a criação de mecanismos de defesa contra os instintos.

Otto Fenichel (2) fala de nojo e vergonha como motivo de defesa. Trata-se de defesa contra ansiedade instintiva.

“O precursor do nojo é uma síndrome arcaica de defesa fisiológica, a qual se produz automaticamente assim que alguma coisa repulsiva alcança o trato digestivo. O primeiro juízo negativo que o pré-ego do bebê faz é:” Isto não é comestível “, o que significa” Devo cuspir isto ““.

“O ego reforçado aprende a usar este reflexo para os seus fins e transforma-o em defesa; primeiro em expressão de negação em geral; depois, em defesa contra certos impulsos sexuais, particularmente orais e anais; o que por sua vez é sinal” Se não desistires desta exigência, terás de cuspir e vomitar ““.

“Há” ataques de nojo “neuróticos que correspondem ao” pânico “da angústia; ataques nos quais o ego, devido a bloqueios anteriores, fica completamente esmagado pelo afeto que se pretendia destinado a fins defensivos”.

“A” vergonha “como motivo de defesa dirige-se, principalmente, contra o exibicionismo e o escoptofilia... como reflexo fisiológico primitivo. A vergonha também se relaciona em muitos aspectos com o sentimento de culpa:” vergonha de si mesmo “. (2)”.

A ansiedade instintiva, a ansiedade objetiva, a ansiedade do superego têm todas o mesmo efeito em relação à instalação dos mecanismos de defesa, a instalação do conflito neurótico e a aparição do processo neurótico.