quarta-feira, 2 de setembro de 2015
São Paulo é a cidade com mais problemas mentais no mundo
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Saiba o que é a síndrome do ninho vazio
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Saiba o que é a síndrome do ninho vazio
Foto: Getty Images
O primeiro passo é entender que a síndrome do ninho vazio é algo pontual e que tem hora certa para acabar. "Pode haver uma base depressiva, mas a síndrome ocorre a partir de um evento, como a saída do filho de casa ou até mesmo a morte. E sua duração se estende do momento da separação até a inclusão de uma nova ordem familiar", explica a psicóloga Silvana Martani.
No entanto, de acordo com a também psicóloga Sueli Castillo, se essa tristeza se prolongar e for caracterizada também por uma falta de objetivos, a situação pode se transformar em depressão. Há ainda um agravante para as mulheres já maduras: a menopausa. "O período do climatério, culminando com a menopausa, afeta a mulher. Ela sente-se envelhecida, sua função reprodutora não existe mais, sua auto-estima abaixa, a imagem que vê no espelho não lhe agrada e sente-se muito fragilizada emocionalmente", descreve Sueli.
Características da personalidade também interferem na forma como a separação é encara. "As pessoas dramáticas sofrem mais, como em tudo na vida", afirma Silvana. E, segundo a profissional, ninguém se prepara para uma separação, mesmo que ela seja programada. "Todos sentem, mas quanto melhor tiver sido a elaboração da separação, melhor as pessoas envolvidas vão lidar com a dor", conclui.
A intensidade do sentimento de perda depende ainda de outros fatores, como por exemplo o motivo da saída do filho da casa dos pais. "Se a separação for por bons motivos, como casamento, faculdade ou mesmo para morar sozinho, desde que os pais participem do processo, tudo é mais tranqüilo. Mas se for dolorosa, por causa de brigas ou morte, o sentimento de dor dura mais", explica Silvana.
Enfim sós novamente
E o que fazer com tanto tempo livre? Se sua vida não foi estruturada apenas em torno do seu filho, fica fácil seguir adiante nessa nova fase. Trabalhos, cursos, programas com amigos e por que não reacender a chama e aproveitar a vida com o maridão?
Esse resgate, segundo a psicoterapeuta Suely Molitérno, vai depender se o casal cultivou a relação a dois durante toda a vida. "Quase sempre a mulher tende a "abandonar" o parceiro quando tem seus filhos, dedicando-se somente a eles, colaborando para que a vida a dois não sobreviva até o período do esvaziamento do ninho", explica.
A psicóloga Silvana Martani deixar claro que não é mais possível viver como dois pombinhos recém-casados. "Não existe um retorno. Este é um novo momento, onde o casal deve encontrar outros prazeres", esclarece.
Sueli Castillo compartilha o pensamento de Silvana e acrescenta que o casal precisa conviver a dois sem cobranças referentes ao passado.
Como os filhos podem ajudar?
Nessa fase é essencial uma inversão de papéis: os filhos precisam "consolar" os pais, principalmente a mãe. "Explique que você não deixou de amá-la e que esta é apenas uma nova fase, sendo que o mais importante é a qualidade da relação e não a quantidade", aconselha Sueli Castillo.
Para Silvana Martani, existe uma regra básica de coerência: "Tudo o que o filho promete tem que cumprir. Este é um vínculo de honestidade". De acordo com a psicóloga, muitos filhos falam que vão ligar todo dia, que vão almoçar junto com os pais uma vez por semana, mas não concretizam essas promessas. "Não fale o que você não vai cumprir", indica.
Fonte: http://mulher.terra.com.br/noticias/0,,OI3003219-EI1377,00-Saiba+o+que+e+a+sindrome+do+ninho+vazio.html
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Síndrome do Pânico e Psicanálise.
Não deixem de ler: Pânico e desamparo na atualidade- um olhar psicanalítico: http://www.scielo.br/pdf/agora/v8n2/a03v8n2
Síndrome do Pânico

Como identificar? Recomendamos iniciar a pesquisa procurando um psiquiatra e posteriormente um psicólogo ou analista para dar início a psicoterapia concomitantemente ao tratamento medicamentoso.
Por síndrome diz-se todo conjunto de sinais e sintomas clínicos e laboratoriais que caracterizam determinada doença. Na síndrome do pânico o DSM-IV (livro de classificação das doenças) diz que para se caracterizar a síndrome do pânico o paciente deve apresentar simultaneamente pelo menos 04 dos seguintes sinais e sintomas: palpitação, sudorese, tremores ou abalos, sensação de falta de ar ou sufocamento, sensação de asfixia, náuseas ou desconforto abdominal, dor ou desconforto torácico (no peito), desrealização (sensações de irrealidade), despersonalização (estar distanciado de si), tontura ou vertigem, medo de perder o controle, medo de enlouquecer, medo de morrer, sensações de parestesia (adormecimento) ou formigamentos em extremidades ou membros, sensações de calor ou calafrios. Em geral eles iniciam sem aviso prévio e de forma súbita.
Devemos também diferenciar pânico de medo, fobia, ansiedade e angustia. Por medo define-se uma apreensão frente a um perigo real, externo e imediato. Por fobia uma apreensão frente a um perigo imediato, mas nem sempre real e externo. A ansiedade é uma sensação de que algo de ruim está para acontecer, sempre movido por um fato que ainda não ocorreu e trazendo um sofrimento individual antes mesmo do fato realmente ocorrer. A ansiedade nem sempre deve ser considerada uma doença, ela faz parte de nosso ser e está presente em muitas situações (véspera de provas, de uma entrevista de emprego, de uma declaração de amor, de uma palestra, etc.), podendo vir a ser considerada uma doença se sempre aparecer por qualquer motivo e trazer desconfortos por longos períodos de tempo. A angústia é um sentimento que ocorre caracterizado por sensações de aperto no peito, uma sensação de vazio interno, sendo originado quase sempre por um motivo impreciso e indefinido, normalmente não real e fazendo parte de nossos conflitos internos, de nossas fantasias e desejos inconscientes.
As causas da síndrome do pânico são individuais, não há como desejar reconhecer uma única causa para diagnosticar este problema. É preciso que o paciente fale para que o terapeuta possa lhe conhecer, bem como a seus problemas, seus conflitos, como e quando a doença ocorre, para que se possa criar possibilidades de terapia através dos insights, da busca pela mudança e da transformação individual, da resolução de seus eventuais conflitos inconscientes internos.
Aqui abordaremos dois tipos de terapia que podem ser usadas para os portadores de síndrome do pânico: a psicanálise e a hipnose.Tanto uma quanto a outra trabalharão com os conteúdos que o paciente verbaliza durante sua sessão. A verbalização livre fará com que comece a haver a concatenação de idéias, sentimentos, afetos, recordações até então livres e não conscientes, levando o paciente a perceber aos poucos a forma como ele percebe os eventos desencadeadores de sua doença e como ele as mantêm (cultiva). Desta percepção ele mesmo começará a elaborar novas possibilidades de evitar e contornar situações que gerem ansiedade e produzam posteriormente seu pânico. O que pode vir a dificultar certos casos serão os diversos mecanismos de defesa psíquicos que alguns pacientes podem criar para fugir de seus conflitos internos e de um possível sofrimento.
A análise ou a hipnoanálise levará o paciente a tornar consciente os motivos inconscientes que o levam a desencadear todo o processo de ansiedade, angústia e por fim pânico. Todavia, como foi dito acima, seja qual for a abordagem utilizada, recomendamos paciência na obtenção de resultados, pois o paciente lutará consigo mesmo, através das referidas defesas psíquicas que procuram evitar a dor e o sofrimento.
A hipnose pode em alguns casos facilitar o acesso ao conteúdo focal da ansiedade e em outros deve ser postergado seu uso até que o ego do paciente tenha apoio suficiente para elaborar o que quer que saia de sua memória inconsciente. Normalmente para se evitar riscos e sofrimento desnecessários, iniciamos comumente pela psicanálise clássica e o uso da hipnose virá caso haja a necessidade e a oportunidade de se acelerar o processo, caso contrário o paciente será orientado a continuar sua terapia de forma clássica até o fim. O maior risco envolvido no uso indevido da hipnose é desencadearmos no paciente uma crise depressiva desnecessária por falta de apoio egóico.
Quando recebemos pacientes com quadros de desesperança que indicam a possibilidade de desenvolverem facilmente uma depressão, a hipnose deve ser usada não para descobrir focos que desencadeiam o pânico, mas para resgatar lembranças boas, alegres e enriquecedoras que venham a fortalecer o ego e a auto-estima desta pessoa, para que se possa dar início posteriormente a busca pela causa original através da abordagem clássica (e não pela hipnose). Batendo sempre na tecla das boas recordações, fazemos aos poucos o paciente perceber que há algo de bom dentro dele e que ele pode se apoiar nesta sua parte para enfrentar a vida e seus problemas, que ele não se encontra totalmente desamparado como pensa estar.
domingo, 7 de abril de 2013
Síndrome da Alienação Parental
Características
Gardner descreveu a SAP como uma preocupação por parte da criança com a crítica e desaprovação de um dos pais, afirmando que . [19] Gardner afirma que ocorre, no contexto de disputas de custódia da criança, quando um progenitor - deliberada ou inconscientemente - tenta afastar a criança do outro.De acordo com Gardner, a síndrome é caracterizada por um conjunto de oito sintomas que aparecem na criança. Estes incluem:- Campanha de difamação e ódio contra o pai-alvo;
- Racionalizações fracas, absurdas ou frívolas para justificar esta depreciação e ódio;
- Falta da ambivalência usual sobre o pai-alvo;
- Afirmações fortes de que a decisão de rejeitar o pai é só dela (fenômeno "pensador independente");
- Apoio ao pai favorecido no conflito;
- Falta de culpa quanto ao tratamento dado ao genitor alienado;
- Uso de situações e frases emprestadas do pai alienante; e
- Difamação não apenas do pai, mas direcionada também para à família e aos amigos do mesmo.
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segunda-feira, 25 de março de 2013
A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI)
É uma doença crônica, trata-se de desordem sensorial, que se caracteriza por sensação de muito desconforto, sensações subjetivas de frio, calor, formigamento, pressão, etc. que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação nas pernas, principalmente, quando se está em repouso. As pessoas descrevem estas sensações como: fisgadas, intensas coceiras, que somente são aliviadas com movimentos de flexão, de extensão ou cruzamento das pernas. Essas manifestações costumam interferir com a qualidade do sono. A síndrome das pernas inquietas pode tornar difícil iniciar o sono e manter-se dormindo. Pessoas com síndrome das pernas inquietas não têm tempo suficiente de sono, podendo sentir-se cansadas e sonolentas durante o dia, o que torna difícil a concentração, interferindo no trabalho, estudo, e mesmo nas atividades cotidianas e, até mesmo, afetando o humor.
Há dois tipos de síndrome das pernas inquietas:
Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) idiopática. É o mais comum. Após se manifestar uma vez, geralmente, torna-se para toda a vida. Com o passar do tempo, os sintomas tendem a piorar e a ocorrer com maior frequência.
Síndrome das Pernas Inquietas Secundária. Esse tipo é causado por outra doença ou condição médica, e algumas vezes por certos medicamentos. Os sintomas podem desaparecer quando a doença básica é curada ou quando para de tomar o medicamento desencadeante. Os tipos de tratamento incluem mudanças de hábitos e/ou medicamentos.
As mudanças de hábitos que podem aliviar os sintomas da síndrome das pernas inquietas são:
Evitar álcool, cafeína, fumo e alguns medicamentos (certos antidepressivos, remédios contra náusea, anti-psicóticos e anti-histaminas).Adotar bons hábitos de sono: manter o quarto quieto, escuro e confortável; usar o quarto para dormir e não para ver tv, usar computador e outras atividades; ir dormir e acordar nos mesmos horários.Seguir um programa de exercícios físicos moderados.
Créditos: Equipe Orgone
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Distúrbios do sono.
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Sequestro turístico, resportagem da superinteressante do mês de fevereiro!
A síndrome recebe seu nome em referência ao famoso assalto de Norrmalmstorg do Kreditbanken em Norrmalmstorg, Estocolmo que durou de 23 de agosto a 28 de agosto de 1973. Nesse acontecimento, as vítimas continuavam a defender seus captores mesmo depois dos seis dias de prisão física terem terminado e mostraram um comportamento reticente nos processos judiciais que se seguiram. O termo foi cunhado pelo criminólogo e psicólogo Nils Bejerot, que ajudou a polícia durante o assalto, e se referiu à síndrome durante uma reportagem. Ele foi então adotado por muitos psicólogos no mundo todo.
A síndrome é relacionada a captura da noiva e tópicos semelhantes na antropologia cultural.
As vítimas começam por identificar-se emocionalmente com os sequestradores, a princípio como mecanismo de defesa, por medo de retaliação e/ou violência. Pequenos gestos gentis por parte dos captores são frequentemente amplificados porque, do ponto de vista do refém é muito difícil, senão impossível, ter uma visão clara da realidade nessas circunstâncias e conseguir mensurar o perigo real. As tentativas de libertação, são, por esse motivo, vistas como uma ameaça, porque o refém pode correr o risco de ser magoado. É importante notar que os sintomas são consequência de um stress físico e emocional extremo. O complexo e dúbio comportamento de afetividade e ódio simultâneo junto aos captores é considerado uma estratégia de sobrevivência por parte das vítimas.
É importante observar que o processo da síndrome ocorre sem que a vítima tenha consciência disso. A mente fabrica uma estratégia ilusória para proteger a psique da vítima. A identificação afetiva e emocional com o sequestrador acontece para proporcionar afastamento emocional da realidade perigosa e violenta a qual a pessoa está sendo submetida. Entretanto, a vítima não se torna totalmente alheia à sua própria situação, parte de sua mente conserva-se alerta ao perigo e é isso que faz com que a maioria das vítimas tente escapar do sequestrador em algum momento, mesmo em casos de cativeiro prolongado.
Não são todas as vítimas que desenvolvem traumas após o fim da situação.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Síndrome de Cotard
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Andréia Miglioranza Marin: Gostaria de finalizar dizendo que na síndrome de Cotard, não há simbolização da morte e na realidade, o delíro de negação dos órgãos, leva consigo a idéia de não morrer jamais, portanto a eternidade.
- SWAMY, N.C. Kudlur; SANJU, George; MATHEW JAIMON, M.S.. An overview of the neurological correlates of Cotard syndrome. Eur. J. Psychiat., Zaragoza, v. 21, n. 2, 2007.
- NICOLATO, Rodrigo et al . Síndrome de Cotard associada ao uso de ecstasy. J. bras. psiquiatr., Rio de Janeiro, v. 56, n. 1, 2007.
- Estudo sobre a estranha Síndrome de Capgras.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Síndrome de Gille de la Tourette
A síndrome de Tourett e é uma perturbação hereditária que apresenta uma prevalência três vezes maior nos homens do que nas mulheres. Desconhece-se a sua causa, mas julga-se que seja consequência de uma anomalia da dopamina ou de outros neurotransmissores cerebrais (substâncias utilizadas pelos neurônios para se comunicarem entre si).
| Situações que aumentam a ansiedade podem fazer com que uma criança que tenha esse transtorno/síndrome aumente a intensidade dos tiques na escola, piorando o grau dos movimentos involuntários |
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Tique nervoso
Tique nervoso é muito mais que um cacoete
Ainda não se descobriu um remédio que acabe definitivamente com os sintomas dos cacoetes. Mas existe a possibilidade de, por meio de tratamento, se reduzir essa sintomatologia
Por Marta Relvas
| Texto retirado da Revista Psique Ed. 82 - 2012 |
Ainda não se descobriu um remédio que acabe definitivamente com os sintomas. Mas existe a possibilidade de, por meio de tratamento, reduzir a sintomatologia.
Os tiques podem ser classificados em vocais e motores e variam entre simples e complexos. São eles: vocal simples (pigarros, estalar de língua, grunhidos e outros ruídos); vocal complexo (expresso por palavras fora do contexto ou palavras de baixo calão, denominado coprolalia); motores simples (piscar os olhos, repuxar a cabeça, fazer caretas) e motores complexos (pular, tocar pessoas e coisas, cheirar coisas e fazer gestos obscenos, denominado copropaxia).
| PARA SABER MAIS Sinais e sintomas Vontade incontrolável de fazer movimentos ou sons repetitivos. Piscar os olhos repetidamente. Morder os lábios constantemente. Roer as unhas. Sempre começar ou terminar uma frase com a mesma palavra. Fazer grunhidos compulsivamente. Mexer nos cabelos sem parar. Para quem usa gravata: viver esticando o pescoço como se ela o estivesse enforcando. Coçar ou puxar o nariz, como se a coriza fosse escorregar. Arrumar o cinto a toda hora. |
Muitas das pessoas
que apresentam tiques nervosos têm sintomas de doenças associadas, tais
como transtorno obsessivo-compulsivo; transtorno do déficit de atenção;
e distúrbios do sono, entre outros
|
Muitas pessoas têm sintomas de doenças associadas (comorbidades), tais como: transtorno obsessivo-compulsivo; transtorno do déficit de atenção; desenvolvimento de distúrbios de aprendizagem; problemas com controle de impulsos; e distúrbios do sono.
Importante saber que para ser considerada síndrome de Tourett e é preciso que coexistam os tiques vocal e motor, que eles não desapareçam em um ano e constem de um histórico natural de evolução dos tiques desde a infância. Por exemplo: se uma criança que tem esse transtorno/síndrome estiver ansiosa por algum motivo na escola, a ansiedade modulará a intensidade dos tiques, aumentando o grau e a intensidade dos movimentos involuntários.
| ● Interferência emocional ● Cacoetes são manifestações involuntárias, que podem ser motoras, sonoras ou de linguagem, e que acabam trazendo determinados desconfortos sociais para quem os possui e para o outro que percebe e convive. Muitas vezes, os chamados cacoetes tornam- -se motivo de chacotas na vida social. Pessoas portadoras desses sinais podem apresentar comportamentos mais introspectivos devido ao seu problema. |
A família e a escola juntas devem realizar um trabalho sobre os sintomas da síndrome logo que a criança manifestar tais sinais, que na grande maioria das vezes começam na infância e na vida escolar. A princípio, o cacoete se manifesta como um hábito aparentemente normal, depois torna-se constante e repetitivo. Alguns pais ou educadores acreditam que muitas vezes esses sinais passam com o tempo - o que pode ser considerado uma inverdade, pois isso pode esconder sintomas que precisam ser acompanhados. Por isso é fundamental reconhecer que quanto mais cedo se identifica, melhor ajuda se dará à criança. É importante que a criança tenha consciência, pois isso ajuda a dar conta do que acontece com ela. Uma coisa é certa: quanto mais reforçada a baixa autoestima relacionada a esse problema, mais ansiosa a criança pode ficar, então a intensidade dos tiques pode piorar.
Considerados de fundo emocional, os cacoetes também podem advir deacidente vascular cerebral, traumatismo craniano ou, ainda, de causa neurobiológica, e trazem um profundo grau de ansiedade a quem os tem. O tratamento consiste na identificação dos gatilhos, hábitos e vícios que desencadeiam os sinais e sintomas (queixas e observações) e têm como finalidade oferecer pistas para um acompanhamento terapêutico, com a intenção de minimizar conflitos intrínsecos, extrínsecos e sociais que impliquem na qualidade de vida do indivíduo. Outras dicas podem contribuir para isso:
● Prestar atenção nos seus movimentos, para que ele deixe de passar despercebido.
● Quando se perceber fazendo o cacoete: parar na hora.
● Quando a pessoa domina a vontade, o cacoete deixa de ser involuntário. E assim, aos poucos vai realizando uma nova programação para o cérebro. Não é fácil, mas é possível!
Fonte:http://portalcienciaevida.uol.com.br/esps/Edicoes/82/artigo271900-1.asp
terça-feira, 2 de agosto de 2011
SINDROME DE BURNOUT

SINDROME DE BURNOUT
A síndrome está ligada aos agentes estressores do trabalho.
A síndrome está ligada aos agentes estressores do trabalho. A síndrome está ligada aos agentes estressores do trabalho.A síndrome está ligada aos agentes estressores do trabalho.
A Síndrome de Burnout é uma doença psicológica caracterizada pela manifestação inconsciente do esgotamento emocional. Tal esgotamento ocorre por causa de grandes esforços realizados no trabalho que fazem com que o profissional fique mais agressivo, irritado, desinteressado, desmotivado, frustrado, depressivo, angustiado e que se avalia negativamente.
A pessoa que apresenta tal síndrome, além de manifestar as sensações acima descritas, perde consideravelmente seu nível de rendimento e de responsabilidade para com as pessoas e para com a organização que faz parte. Pode ocorrer em profissionais de diferentes áreas que possuem contato direto com pessoas. Também apresenta manifestações fisiológicas como cansaço, dores musculares, falta de apetite, insônia, frieza, dores de cabeça freqüente e dificuldades respiratórias.
Por: Gabriela Cabral - Equipe Brasil Escola
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Diferença entre sintoma, síndrome, transtorno, etiologia e patogenia.

Texto retirado do site Vya Estelar escrito por Luís César Ebraico.
SINTOMA - é a menor unidade de análise de uma doença. "Taquicardia" é um sintoma, "tristeza" é um sintoma;
SÍNDROME - é um conjunto de sintomas que costuma ocorrer simultaneamente. A "Síndrome de Pânico", por exemplo, apresenta sintomas como sensação subjetiva de pavor, taquicardia, dispnéia, dispepsia, tonteira, sensação de morte iminente etc..Vou, adiante, oferecer uma listagem mais completa dos sintomas da síndrome.
Para melhor entendermos o que mais nos importa aqui, seja, a DIFERENÇA entre SÍNDROME e TRANSTORNO, é preciso saber o significado de dois outros termos: etiologia e patogenia.
ETIOLOGIA - é a CAUSA de um sintoma, de uma síndrome ou de um transtorno. Assim, por exemplo, suspensão da ingestão de álcool em um usuário habitual e excessivo dele é a causa (etiologia) da "síndrome de abstinência alcoólica", que pode apresentar desde sintomas leves como insônia, a sintomas graves, como convulsões.
PATOGENIA - é o processo que ocorre entre a ação da causa e a produção do(s) sintoma(s). Para ilustrar, consideremos a patogenia da "síndrome de abstinência alcoólica". O álcool tem um efeito sedativo sobre o cérebro. Em uma pessoa que bebe muito desde longa data, o cérebro fica exposto quase continuamente, durante longos períodos, a esse efeito depressor. Com o passar do tempo, o cérebro ajusta sua própria química para compensar tal efeito, produzindo substâncias químicas naturalmente estimulantes (como a serotonina ou a noradrenalina - “parentes” da adrenalina) em quantidades maiores que as normais. Se o álcool é retirado de repente, o cérebro se comporta como um veículo acelerado que perdeu os freios. Consequentemente, a maioria dos sintomas da abstinência alcoólica são sintomas de superestimulação cerebral.
TRANSTORNO - quando se supõe que uma síndrome pode ocorrer devido a causas diversas (etiologias) – saibamos nós ou não que causas são essas – dizemos que ela pode ocorrer em diversos "transtornos" (ou doença, = entidade nosológica, ou nosográfica).
Andréia Miglioranza Marin: lembrando que Síndrome do Pânico é na realidade na psicanálise uma neurose histérica.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Uma pesquisa do jornal australiano Sydney Morning Herald relacionou algumas das síndromes mais estranhas que atingem o ser humano.

1. Síndrome do Sotaque Estrangeiro
Após sofrer uma pancada ou qualquer outro tipo de lesão no cérebro, as vítimas desse distúrbio passam a falar com sotaque francês… ou italiano… ou espanhol. A língua varia, mas, na maioria dos casos, as vítimas desconhecem o novo idioma. Segundo cientistas, a pronúncia não é efetivamente estrangeira, só dá a impressão disso. Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, acreditam que o sintoma é causado por um trauma em áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, provocando mudanças na entonação, na pronúncia e em outras características da fala. Um caso bem recente da síndrome do sotaque rolou com a britânica Lynda Walker, no mês passado. Após um infarto, Lynda acordou falando com sotaque jamaicano.
2. Síndrome de Capgras
Após sofrer uma desilusão com o cônjuge, com os pais ou com qualquer outro parente, a pessoa passa a acreditar que eles foram seqüestrados e substituídos por impostores. O sintoma por vezes se volta contra a própria vítima: ao se olhar no espelho, ela também acredita que está vendo a imagem de um farsante. O problema tende a atingir mais pessoas a partir dos 40 anos e suas causas ainda não são conhecidas. A síndrome foi descoberta pelo psiquiatra francês Jean Marie Joseph Capgras, que a descreveu pela primeira vez em 1923. Em graus mais extremos, a vítima acha que até objetos inanimados, como cadeiras, mesas e livros, foram substituídos por réplicas exatas.
“Minha mão agiu por conta própria…” Essa desculpa usada por alguns cafajestes pode ser verdadeira. A síndrome em questão alien hand syndrome, em inglês faz com que uma das mãos da vítima pareça ganhar vida própria. O problema atinge principalmente pessoas com lesões no cérebro ou que passaram por cirurgias na região. O duro é que o doente não presta atenção na mão boba, até que ela faça alguma besteira. A mão doida é capaz de ações complexas, como abrir zíperes… Os efeitos da falta de controle sobre a mão podem ser reduzidos dando a ela uma tarefa qualquer, tarefa qualquer, como segurar um objeto.
4. Síndrome de alíce no país das maravilhas
Doença que provoca distorções na percepção visual da vítima, fazendo com que alguns objetos próximos pareçam desproporcionalmente minúsculos. O distúrbio foi descrito pela primeira vez em 1955, pelo psiquiatra inglês John Todd, que o batizou em homenagem ao livro de Lewis Carroll. Na obra, a protagonista Alice enxerga coisas desproporcionais, como se estivesse numa “viagem” provocada por LSD. As vítimas da síndrome também vêem distorções no próprio corpo, acreditando que parte dele está mudando de forma ou de tamanho.
5. Pica
Esse nome também estranho não tem nada de pornográfico: pica é uma palavra latina derivada de pêga, um tipo de pombo que come qualquer coisa. E a pica a síndrome, é claro… faz exatamente isso: a pessoa sente um apetite compulsivo por coisas não comestíveis, como barro, pedras, tocos de cigarros, tinta, cabelo… O problema atinge mais grávidas e crianças. Após comerem muita porcaria involuntariamente, os glutões ficam com pedras calcificadas no estômago.Em 2004, médicos franceses atenderam um senhor de 62 anos que devorava moedas. Apesar dos esforços, ele morreu. Com cerca de 600 dólares no estômago…
6. Maldição de Ondina
O nome bizarro é uma referência a Ondina, ninfa das águas na mitologia pagã européia. A doença, mais estranha ainda, faz com que as vítimas percam o controle da respiração.
7. Síndrome de Cotard
Depressão extrema, em que o doente passa a acreditar que já morreu há alguns anos. Ele acha que é um cadáver ambulante e que todos à sua volta também estão mortos. Em casos extremos, o sujeito diz que pode sentir sua carne apodrecendo e vermes passeando pelo corpo… Na fase final, a vítima deixa até de dormir e sua ilusão pode efetivamente se tornar realidade. O nome da doença faz referência ao médico francês Jules Cotard, que a descreveu pela primeira vez em 1880. Apesar de depressivo e certo de que está morto, o doente, contraditoriamente, também pode apresentar idéias megalomaníacas, como a crença na própria imortalidade.
8. Síndrome de Ríley-Day
Se você já sonhou em nunca mais sentir nenhuma dor, cuidado com o que pede… As vítimas dessa doença não sentem dores, mas isso é um problemão. Elas ficam muito mais sujeitas a sofrer acidentes porque param de registrar qualquer aviso de dano nos tecidos do corpo, como cortes ou queimaduras. A doença é causada por uma mutação no gene IKBKAP do cromossomo 9 e foi descrita pela primeira vez pelos médicos Milton Riley e Richard Lawrence Day. Sem o aviso de perigo que a dor proporciona às pessoas comuns, a maioria dos doentes com a síndrome de Riley-Day tende a morrer jovem, antes dos 30 anos, por causa de ferimentos.
9. Síndrome da Redução Genital
Também conhecido como koro, esse distúrbio mental deixa a pessoa convencida de que seus genitais estão desaparecendo. A maioria dos casos até hoje foi relatada em países da Ásia ou da África, e em muitos deles a síndrome parece ter sido contagiosa! Um dos episódios mais estranhos ocorreu em Cingapura, em 1967, quando o serviço de saúde local registrou centenas de casos de homens que acreditavam que seu pênis estava sumindo. Um único caso da síndrome da redução genital foi registrado até hoje no Brasil, no Instituto de Psiquiatria da USP. Convencido de que seu pênis estava sumindo, o doente tentou se matar com duas facadas no abdômen.
10. Cegueira Emocional
A expressão “cego de emoção” existe na prática, e pode acontecer com qualquer pessoa normal. O problema foi descoberto recentemente por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Depois de olhar para alguma imagem forte, principalmente com conteúdo pornográfico, a maioria das pessoas perde a vista por um curto espaço de tempo – décimos de segundo na verdade. Até agora, nenhum especialista conseguiu explicar o porquê dessa reação. A descoberta da cegueira emocional deu origem a um movimento no Congresso americano para que seja banida toda a publicidade com apelo erótico em grandes rodovias do país.
Texto retirado do site uol.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Você sofre de Síndrome de Burnout?

REPORTAGEM TRANSPOSTA DA REVISTA PSIQUE Ed. 63 - 2011
Estresse: o mal do século
Sete em cada dez brasileiros reclamam de estresse no trabalho. Destes, pelo menos três sofrem da chamada síndrome de Burnout - esgotamento mental e físico intenso causado por pressões no ambiente profissional.
por Fátima Bittencourt
Muito se fala sobre o estresse, que vem sendo caracterizado como a doença do século XXI. Um levantamento realizado pela Associação Internacional do Controle do Estresse, ISMA (International Stress Management Association), revelou que o Brasil é o segundo país do mundo com níveis de estresse altíssimos. Pelo menos três em cada sete trabalhadores sofrem a síndrome de Burnout e não sabem. Resultado da soma de algumas respostas mentais e físicas, o estresse fisiológico, sem sobrecargas, pode contribuir de forma saudável para o crescimento e o desenvolvimento dos nossos ossos, músculos, cérebro e demais partes do corpo. Sua causa como doença, porém, está relacionada aos estímulos externos e à pressão a qual é submetida uma determinada pessoa e ao desgaste que ela pode sofrer sob esta pressão. Para atender a essa demanda de cura, normalmente os tratamentos são associados à medicação e atividade física relaxante.
O termo “estresse” designa desgaste e tensão, tendo sua origem na física. Sua rápida propagação no mundo pode estar associada ao fato de que, por milhões de anos, o ser humano foi se adaptando biologicamente a um estilo de vida diurno e não sedentário, além de um ritmo de mudanças muito mais lento do que encontramos nos dias atuais, especialmente nas grandes cidades. O excesso de ruídos, as luzes artificiais que nos mantêm acordados à noite, a falta de exercício, a poluição, os engarrafamentos, o excesso de informações e de preocupações são exemplos de fontes de estresse no mundo moderno para os quais o nosso corpo não se adaptou.
Muito embora estejam intimamente ligados, estresse, ansiedade e transtornos de ansiedade são conceitos diferentes. Ansiedade é um estado de alerta especial que desenvolvemos quando estamos em situações de estresse, com o objetivo de aumentar a nossa capacidade de adaptação a situações novas e potencialmente perigosas. O nosso corpo desenvolveu complexos mecanismos que integram funções cerebrais e hormonais para regular quando ativar e desativar uma resposta de ansiedade e qual o tipo e a intensidade de resposta será a mais adequada às situações que vivenciamos. Quando estes mecanismos não estão funcionando adequadamente, dizemos que há, então, um transtorno de ansiedade.
Os transtornos de ansiedade podem ter diferentes tipos de estresse em sua origem, tendo muitas das vezes como sintomas o transtorno de ansiedade generalizada, quando o indivíduo tem dificuldade de desativar o estado de ansiedade e passa a maior parte do tempo tenso e ansioso na expectativa de que algo ruim possa acontecer; além do transtorno obsessivo-compulsivo, quando a mente é invadida por pensamentos desagradáveis associados aos medos do indivíduo e muita ansiedade. Há, ainda, as fobias, que são fortes reações de ansiedade, e o medo paralisante, que pode impedir o indivíduo de lidar com a situação temida; a síndrome do pânico, caracterizada por ataques repetidos de ansiedade súbita com sintomas corporais fortes, como sudorese, falta de ar e medo de morrer ou de enlouquecer; e o transtorno de estresse pós-traumático, quando a pessoa revive repetidas vezes em sua mente situações traumáticas pelas quais passou.
Observamos, porém, que toda resposta fisiológica de ansiedade ao estresse é autolimitada e feita para durar pouco tempo. É por isso que o excesso de estresse pode levar a tantos problemas de saúde, como pressão alta, gastrite, cólon irritável, depressão, pânico, alcoolismo e muitas outras doenças. O excesso de estresse também já foi associado a um maior risco de se desenvolver câncer, doenças autoimunes, asma, fibromialgia, fadiga crônica, doenças cardíacas, dermatológicas e baixa imunidade; podendo estimular, ainda, o desenvolvimento da síndrome de Burnout, distúrbio psíquicos de caráter depressivo, ainda pouco conhecido pela população. De acordo com Herbert J. Freudenberger, a síndrome de Burnout é “um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”.
Os efeitos
A síndrome de Burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento físico, é uma doença gerada pelo grau mais elevado do estresse, caracterizada pelo esgotamento mental intenso causado por pressões no ambiente profissional, que leva ao esgotamento total do paciente e atinge três em cada dez trabalhadores do País. O portador dessa doença muitas vezes não sabe que a possui e passa a medir sua autoestima pela capacidade de realização e sucesso profissional. Ssendo assim, sente a necessidade de se afirmar, transformando em obstinação e compulsão o desejo de realização profissional. Este fenômeno pode estar ligado à ideia de que ser um workaholic – pessoas que vivem para o trabalho – se tornou status para a maioria das pessoas que vivem nas grandes cidades, nas quais o número de estressados é maior, e como consequência, a probabilidade do surgimento da síndrome é aumentada.
Embora a doença esteja diretamente ligada ao campo profissional, o seu desenvolvimento não se restringe apenas à profissão. Um indivíduo pode trabalhar muito, mas ter uma relação saudável com o trabalho. Os profissionais de alto rendimento, alta responsabilidade e competitividade, como médicos, professores, corretores, enfermeiros, estão mais propensos a desenvolver a síndrome de Burnout e o mercado de trabalho das grandes metrópoles, extremamente competitivo, é cenário perfeito para que muitos profissionais acabem sucumbindo à doença.
Sendo assim, no combate a essa doença, que quando não cuidada pode até levar à morte, pequenas mudanças no cotidiano podem ser fortes aliadas, tais como: alimentação balanceada, praticar atividades físicas, ter um hobby, manter relações sociais e integração familiar. Apesar da simplicidade dessas recomendações, poucos são os trabalhadores de hoje que podem segui-las.
O principal sintoma da síndrome de Burnout é a sensação de ter sido consumido pelo estresse, de estar esgotado e sem energia. Vários outros sintomas são comuns, como sono ruim, cansaço, dores no corpo; lapsos de memória; dificuldade de concentração; irritabilidade; desesperança; tristeza e transtorno de humor; esgotamento profissional que corresponde ao colapso físico e mental; avaliação negativa de si mesmo; depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos; descaso com as necessidades pessoais (comer, dormir e sair com os amigos); recalque de conflitos, em que o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema; discriminação pelos colegas de trabalho. Cinismo e agressão também são bastante evidentes.
Sintomas do Estresse
Físicos:
• Indigestão;
• Dores de cabeça;
• Alergias;
• Insônia;
• Mudança de apetite;
• Esgotamento físico;
• Gastrite;
• Taquicardia e outros.
Psicológicos:
• Memória fraca;
• Desmotivação;
• Autoritarismo;
• Introspecção;
• Isolamento;
• “Tiques Nervosos” e outros.








